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Boneco companheiro
Quando começou a dirigir, uma advogada (que pediu para não ser identificada) foi obrigada pelos pais a andar com um manequim no banco do passageiro toda vez que saísse sozinha. “Olhando de fora, como os vidros do meu carro têm película escurecedora, parecia uma pessoa.”
Ela diz que o “acessório” ajudou a afastar abordagens no trânsito. “Quem percebia que era um boneco me achava louca. Teve até manobrista que se recusou a estacionar meu carro por causa do Bob (apelido do manequim).”
Percebendo a demanda por esses companheiros de viagem, o empresário Juca Amaral desenvolveu o boneco inflável Wilson. “Plugado no acendedor de cigarro, ele enche em dez segundos”, afirma.
O acessório de segurança, como é chamado por Amaral, custa R$ 550 e é vendido pelo www.bonecowilson.com.br.
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