estadao.com.br Estadao Jornal da Tarde Agencia Estado Eldorado AM Eldorado FM iLocal ZAP
   
Tabelas do esporte
BLOG
Advogado de Defesa
 
 
  
      Busca local   
Sexta-feira, 12 março de 2010   edições anteriores
ESPORTES
 ÍNDICE GERAL | ÍNDICE DA EDITORIA | ANTERIOR | PRÓXIMA
  Adeus time ideal!

Mano entendeu que não pode apostar em formação única para a Libertadores

Marcel Rizzo

Esqueça o tal time ideal. Mano Menezes surpreendeu a todos no empate contra o Independiente, e escalou uma equipe com formação mais defensiva, em vez de colocar em campo a equipe que todos imaginavam que seria a de seus sonhos - com o quarteto ofensivo Tcheco, Danilo, Jorge Henrique e Ronaldo. O primeiro ficou de fora e deu lugar a Jucilei.

E que o corintiano se acostume, pois esta será a tônica na Libertadores: dentro de casa, um time que ataca muito, com a responsabilidade de vencer pela maior diferença de gols possíveis. Mas fora a marcação será priorizada.

“É preciso você ter uma segurança maior como visitante. Contra o Independiente, eu precisava de dois volantes mais marcadores, porque senão perderia o meio de campo. Agora, precaução não quer dizer que vamos abdicar de atacar”, explicou Mano Menezes.

Desde o começo do ano, sempre que pode, o treinador diz que tem 14 ou 15 titulares. E, quando parecia ser discurso apenas para motivar reservas, Mano prova que realmente tem mais de 11 jogadores que podem começar as partidas. Como usará formações distintas na Libertadores, dependendo do adversário e do local, são realmente 14 atletas com condição de começar jogando.

“O Dentinho, por exemplo. Todos me cobravam se ele era titular ou não, já que vem em uma ascendente. Ele é titular. Sempre foi titular”, esclarece o treinador.

Mano diz ter aprendido na Libertadores em que comandou o Grêmio, em 2007, que uma classificação é decidida fora de casa, somando o máximo de pontos na fase de grupos. Na fase de mata-mata, empatar ou perder de pouco na casa do adversário, fazendo gols, pode decidir a passagem de etapa.

“No Grêmio, vencemos um jogo fora de casa e chegamos na final (perdeu para o Boca Juniors). Vamos estar forte em todas as partidas. Mas é uma competição mais de estratégia do que de coração. Pelo menos até uma final”, analisa o treinador.

O próximo duelo corintiano na Libertadores é na quarta-feira, contra o Cerro Porteño, no Paraguai. E Mano espera um jogo diferente. “Vai ser mais pegado, mais brigado, menos jogado. Como será também no Uruguai contra o Racing.”

Antes, no domingo, o rival é o Santo André, na Arena Barueri, pelo Campeonato Paulista.



    Links Patrocinados
  Estadao.com.br | O Estado de S.Paulo | Jornal da Tarde | Agência Estado | Radio Eldorado | Listas OESP
  Copyright © Grupo Estado. Todos os direitos reservados.