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700 policiais na fila de espera por convênio
O coronel Marcos Chaves afirma que, em breve, a região da Rua 25 de Março será “um paraíso” para as compras. Em dezembro, para controlar a atuação dos ambulantes, eram necessários 210 PMs. Hoje, 100 mantêm a situação. Os que trabalham nessa função são voluntários, que recebem um bônus da Prefeitura. A corporação tem fila de espera de 700 interessados para o serviço, diz ele. Muitos pertencem ao Choque, à Força Tática e ao 45º Batalhão. Na semana passada, a reportagem circulou durante três dias pela região para observar a atuação da PM e o comportamento dos ambulantes. Os camelôs se adaptaram à realidade. Como não podem mais montar bancas improvisadas, oferecem a mercadoria em sacolas plásticas e se misturam aos compradores. Por isso, o tamanho dos produtos diminuiu (pen drives e copos de água). Na última quinta-feira, nos dois sentidos da Rua 25 de Março (entre a Rua Senador Queiroz e a Ladeira General Carneiro) havia 35 deles. Na Rua Basílio Jafet, nenhum. A Ladeira Porto Geral, antes apinhada de camelôs, tinha apenas 15. Com apenas dois PMs, a Rua Barão de Duprat (entre a Carlos de Nazaré e a Afonso Kherlakian) apresentava visual igual ao da antiga Rua 25 de Março. Havia 95 ambulantes entre sacoleiros e barracas ilegais no chão ou em bancas de papelão.
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