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Clientes reconhecem melhorias
Lojistas e frequentadores da região da 25 de Março elogiam as mudanças e dizem que a rua está mais tranquila e mais segura para fazer compras. “Não é preciso nem falar. É só andar nas ruas para perceber a diferença”, afirma o comerciante Rogério Gonçalves, de 42 anos, dono de um estabelecimento comercial na região da Rua 25 de Março.
“Antes, eu não conseguia nem sair da minha loja de tanto camelô que ficava em frente”, lembra.
“Nem se compara. Comprar aqui agora está bem melhor, mais tranquilo e mais calmo”, também elogia a costureira, Elisabeth Lopes Pereira, de 40 anos.
“Tenho achado ótimo ter tanta polícia assim. Estou me sentindo mais segura agora”, disse a aposentada Fernanda Rodrigues, de 74 anos, que costuma frequentar a região todo mês.
“Eu tinha medo de vir e levarem minha bolsa. Não dava nem para andar. Era uma bagunça”, observou Adriana Vieira, de 29 anos, atendente. Já a costureira Helena André, de 56 anos, e a professora Andrea Gobi, de 37 anos, se dizem preocupadas com a presença de policiais armados. “Se um bandido tentar roubar alguém agora, na perseguição pode ter tiroteio e isso acabar em bala perdida. Já pensou o perigo?”, questionaram.
Quem não está gostando nem um pouco da presença da Polícia Militar na rua são os vendedores ambulantes. “Está muito difícil trabalhar aqui. Os PMs correm atrás de nós o dia inteiro. Já pegaram a minha mercadoria três vezes”, disse Maciel Gomes da Silva, de 43 anos, há quatro como ambulante na 25 de Março, vendendo água para os frequentadores.
“Perdi mais da metade das vendas porque não consigo trabalhar. A PM vem para cima o tempo todo. Só falta colocarem a Rota para vir atrás da gente porque o Choque e a Força Tática já estão aqui. Outro dia correram atrás de mim e me pegaram no banheiro de um bar. Agem como se fôssemos bandidos', disse Ricardo da Conceição Santos, de 30 anos, há oito ambulante na região da 25 de Março, vendedor de pen drive.
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