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Quinta-feira, 29 outubro de 2009   edições anteriores
POLÍTICA
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Roberto Fonseca, roberto.fonseca@grupoestado.com.br

ELEIÇÃO OU PRESSÃO?
Prefeitos do PMDB vão a Serra


Um dos nomes cotados no PSDB à Presidência, o governador José Serra deve receber hoje à tarde prefeitos do PMDB no Estado - 68 foram convidados ao Palácio dos Bandeirantes, além do presidente estadual da legenda, o ex-governador Orestes Quércia, segundo integrantes do partido.

Apesar de o evento ter na pauta “apresentação das reivindicações” dos administradores municipais, integrante do comando peemedebista admite que “é inevitável não pensar em eleição”, embora veja o ato como “pressão do partido sobre Quércia para ser ouvido pelo governador”.

Embora o PMDB nacional tenha anunciado apoio à candidatura presidencial de Dilma Rousseff (PT), a ala paulista da legenda quer apoiar Serra, em articulação de Quércia, que quer concorrer ao Senado com apoio do PSDB.

A disputa é outra?

Integrante do DEM avalia que, na briga entre o presidente nacional da legenda, Rodrigo Maia - que defende apoio à candidatura presidencial do mineiro Aécio Neves - e o prefeito Gilberto Kassab, aliado de José Serra, há a eleição pelo comando democrata. O mandato de Maia acaba em março de 2010, mas pode ser prorrogado até 2011.

EMURB
Empresa dividida. Mas e os jetons?


Kassab enviou à Câmara projeto que divide a Empresa Municipal de Urbanização em duas: SP Obras e SP Urbanismo. Pelo texto, as duas empresas terão conselhos de administração e fiscais. Hoje, a Emurb tem conselho de administração com 11 membros que recebem R$ 6 mil mensais cada, e um fiscal com 5 integrantes ganhando R$ 3 mil. Com a divisão, cargos e jetons serão divididos entre as empresas ou multiplicados?

FAÇAM SUAS APOSTAS
Três versões para a saída do DEM


Ao menos três versões circularam entre vereadores para explicar o fato de o DEM não ter votado projeto de José Police Neto (PSDB), líder do governo, sobre IPTU de imóveis ociosos. Uma dava conta de que o governo quer tirá-lo da liderança. Outra, que foi queda de braço entre candidatos a presidir a Casa em 2010. E a última, de que foi “fato normal” e que o projeto será votado após o feriado. A conferir.



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