estadao.com.br Estadao Jornal da Tarde Agencia Estado Eldorado AM Eldorado FM iLocal ZAP
   
Tabelas do esporte
BLOG
Advogado de Defesa
 
 
  
      Busca local   
Sexta-feira, 5 junho de 2009   edições anteriores
VARIEDADES
 ÍNDICE GERAL | ÍNDICE DA EDITORIA | ANTERIOR | PRÓXIMA
  Eu sei que eu sou bonita e gostosa

Sensualíssima no filme ‘A Mulher Invisível’, que estreia hoje, Luana Piovani usa todos os seus atributos

FELIPE BRANCO CRUZ, felipe.cruz@grupoestado.com.br

Em A Mulher Invisível, filme de Claudio Torres (O Redentor), que estreia hoje, a atriz Luana Piovani interpreta Amanda, uma estonteante mulher apaixonada por Pedro (Selton Mello). O papel que cabe a Luana é o da musa e ela não deixa por menos. Aparecendo em quase todas as cenas apenas de calcinha e sutiã, há momentos que beiram o absurdo e são capazes de levar qualquer homem à loucura. Como quando ela aparece em posição provocante, agachada, com lingerie rosa, limpando a perna de uma cadeira.

“Sei que sou bonita e não preciso ficar me desculpando por isso. Antes eu tinha preconceito em fazer a gostosona. Mas é assim que as pessoas me enxergam, como a bonita da mídia, então acabei perdendo esse preconceito. O importante é entender o contexto”, diz Luana. Tanto é verdade que a atriz afirmou que a maioria das lingeries usadas no filme são dela, inclusive a que usa para limpar a cadeira. “Me diziam como era a cena e eu lembrava de uma lingerie que eu tinha. Foi melhor usar as minhas porque eu sabia exatamente como ficariam em mim.”

O filme conta a história do apaixonado Pedro, que entra em depressão após sua esposa abandoná-lo depois de engravidar de um alemão. Após passar por um período de fossa, Pedro recebe em sua casa Amanda, que vem pedir um pote de açúcar. É amor à primeira vista. “Pedro é um cara comum, poderia ser qualquer um”, diz Selton. Acontece que a mulher só existe na cabeça de Pedro, um estressado funcionário da CET-Rio. “É curioso conhecer a realidade desses profissionais. É um trabalho estressante mesmo.”

A seu lado, trabalha o melhor amigo, Carlos (Vladimir Brichta), que quer de qualquer jeito arrumar uma mulher de verdade para o parceiro. E, no prédio, sua vizinha (essa sim de verdade) Vitória (Maria Manoela) alimenta por Pedro um amor platônico. O humorista Marcelo Adnet e a cantora Danni Carlos fazem uma ponta. Ele como um engraçado lanterninha de cinema e ela como a namorada louca de Carlos.

O longa cumpre seu papel como comédia romântica: diverte e emociona, mas não vai muito além disso. Era esse o objetivo do diretor Claudio Torres. “Descobri a comédia romântica e é o que quero fazer”, diz. Para preparar os atores, o diretor organizou também algumas sessões de filmes americanos, como Alguém tem que ceder.

Apesar de ter 106 minutos, o longa poderia acabar bem antes disso. No final, a história parece se arrastar e cansa um pouco o espectador. A impressão que fica, após uma sucessão de derradeiras cenas, é a de que a história demorou um pouco para terminar.



    Links Patrocinados
  Estadao.com.br | O Estado de S.Paulo | Jornal da Tarde | Agência Estado | Radio Eldorado | Listas OESP
  Copyright © Grupo Estado. Todos os direitos reservados.