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'Posso fazer bandidos e até ciganos'
Agora em ‘Eterna Magia’, o bom moço Thiago Rodrigues passa longe dos rótulos
Andrezza Capanema
Foram poucos meses de descanso entre Bernardo, de Malhação, Léo, de Páginas da Vida, e agora Flávio Lobo, um caçador de bruxas misterioso de Eterna Magia. Tanto trabalho não é problema para Thiago Rodrigues, que diz, em entrevista por e-mail, estar “muito afim de trabalhar”.
Como compôs seu personagem?
Eu conversei com a autora, Elizabeth Jhin, e ela me deu algumas indicações de leitura sobre mitologia celta e assuntos relacionados ao tema da novela.
Acredita em bruxas?
Não, mas acho que a imaginação e a ficção estão aí para isso: entreter e brincar com a ilusão.
Eva fez feitiço para conquistar Conrado. Vale tudo no amor?
Não, não vale tudo não.
Já foi vítima de algum feitiço?
Não que eu saiba! (risos)
Quais as semelhanças entre Flávio e Léo, em ‘Páginas da Vida’?
Acho que eles não têm nada a ver. São de outro tempo, o Flávio ainda é um grande mistério! Acho que é muito difícil comparar. Estou conhecendo o personagem agora. Pode ser que lá na frente eu até mude de idéia.
Sua carreira é pontuada por mocinhos. Não teme ficar marcado?
Não tenho nenhum problema com isso. Posso fazer mocinhos, bandidos, ciganos (risos). E ninguém sabe ainda se o Flávio é bonzinho.
A beleza abre(iu) ou fecha(ou) portas para você?
Para mim, não sei. Mas que abre portas, abre.
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