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Mais dicas sobre Wicca
A sacerdotisa conta
Patrícia Leal conta que recebe centenas de e-mails por dia de gente interessada em bruxaria. “Há muitos mitos, muita gente acha que vou sair voando em uma vassoura, ou que vivo de chapéu por aí”, brinca. Como adolescentes são maioria, ela faz questão de indicar a eles fontes de informação antes da adesão à Wicca. Segundo ela, boas opções são os filmes ‘Helena de Tróia’ (2003), ‘As Brumas de Avalon’ (1979) e ‘Da Magia à Sedução’ (1998). Todos eles podem ser encontrados para locação.
É costume andar em círculos nos rituais, sempre no sentido horário. Simboliza o movimento do sol. Os bruxos entoam cânticos e a sacerdotisa marca a percussão com um tambor, em alusão ao batimento cardíaco.
O caldeirão representa o útero da Deusa, é sinônimo de renascimento. No ritual de cura, ele concentra uma mistura de plantas. Cada bruxo atira um punhado delas no fogo junto com o papel no qual escreve seus pedidos.
Na Wicca, cada um dos quatro elementos (ar, água, fogo e ar) representa um tipo de energia. Nos rituais, o poder de cada um deles é evocado. Há elementais, ou entidades (como gnomos e silfos), ligados a cada elemento.
O coven (grupo) de Patrícia se reúne em sua casa, que tem espaço ao ar livre e plantas.Vários altares indicam que ali é uma casa de bruxa. O principal deles é uma devoção à Eurínome, a Deusa-madrinha da sacerdotisa.
À primeira vista, o athame (punhal) na cintura da sacerdotisa assusta. A lâmina é usada no início do ritual para traçar o ‘círculo mágico’. É um limite imaginário que identifica o espaço sagrado no qual a magia será realizada.
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