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Domingo, 13 maio de 2007   edições anteriores
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  'O melhor papel ainda virá'

Bárbara Paz critica o SBT de Silvio Santos, mas diz que trabalha onde oferecem emprego

Renata Gallo

A queridinha de Silvio Santos, Bárbara Paz, conversa com o JT sobre a atual fase da vida.

O que seria de você sem o reality show ‘Casa dos Artistas’?

Acho que estaria no teatro, pois minha alma é do teatro. Estaria na Praça Roosevelt, nos Parlapatões, tudo o que já fazia. Tem vários atores que estão na mesma estrada que eu, eu tive sorte de ficar conhecida meio sem querer. Porque não foi como é hoje o Big Brother, que todo mundo sabe o que acontece, eu não sabia de nada! Me ligaram na quarta e, no domingo, estava na casa. Não pensei muito, pensei mais no dinheiro. Não no prêmio, mas nos 30 mil de cachê que ofereceram.

Você já recebeu boas críticas no teatro. Não é um contra-senso você fazer novela mexicana?

Olha, é lá que estão me dando trabalho, é lá que estou podendo exercitar a minha profissão. E a cada dia, a cada novela, estou crescendo. Todo mundo fala: “Ah, você faz novela mexicana”. É uma adaptação e é muito difícil fazer este tipo de novela. Acho que a carreira do ator é a longo prazo, os meus melhores personagens, meus melhores papéis, não vieram ainda. E não tenho pressa. Sei que tem autores da Globo que gostam do meu trabalho. Cheguei a fazer teste para Páginas da Vida, mas como ia demorar, fui fazer SBT para poder pagar as contas.

Você critica as novelas do SBT?

Não, sou crítica com o meu trabalho. E muito. Sou crítica com todos os trabalhos, acho que tem coisas boas e ruins. Acho que o Silvio poderia sim deixar autores brasileiros escreverem e não só adaptar novelas.

E o seu lado celebridade?

Tenho duas vidas. Sou a pessoa popular, da Casa dos Artistas, que sai em revista, e sou a outra que faz teatro no Centro Cultural Vergueiro. Me identifico mais com a Bárbara underground. Quando você está no mundo da celebridade as pessoas pensam muito em dinheiro e não é o meu caso. Ganhei
R$ 300 mil e acham que R$ 300 mil é R$ 300 milhões (risos).



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